Há dois anos escrevi um pequeno resumo da nossa história. Pequeno resumo é um pleonasmo, mas nada entre nós pode ser verdadeiramente reduzido e, estranha e paradoxalmente, em contradição com a afirmação anterior, completamente detalhado na sua totalidade.
Como descrever em poucas palavras o que fomos? Impossível. Tal como tentar encontrar qualquer outro meio para explicar tudo o que (ainda) somos. Mesmo já não o sendo.
Sinto que tenho de parar de continuar a fazer isto. A mim mesmo.
Só quero dizer, em português, pela última vez, que te amo.
Para sempre.
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